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10 tipos de e-commerce que você precisa conhecer

Não é novidade que o mercado eletrônico é um canal interessante para qualquer empresa. Com crescimento de 12% no faturamento e movimentação de mais de 53 milhões de reais, conhecer os tipos de e-commerce é uma necessidade para os negócios que desejam aproveitar as oportunidades desse segmento.

Existem diferentes canais para venda na internet. Cada um deles é direcionado para um tipo específico de relacionamento e modelo de negócio, sendo importante saber como escolher o melhor para sua empresa.

Pensando nisso, listamos 10 tipos de e-commerce disponíveis no mercado, mostrando suas principais características e quando eles são adequados para o seu negócio. Confira!

1. Business to Business (B2B)

O e-commerce B2B é direcionado para empresas que oferecem serviços e produtos para outros negócios. Normalmente, essa ferramenta é voltada para o processo de vendas realizado por representantes em suas visitas ou para a criação de um atendimento personalizado.

Uma boa ferramenta permite a criação de um e-catálogo da empresa, que apresenta imagens, vídeos e informações detalhadas de cada item comercializado — como preços, descrições técnicas e prazos para entrega.

Esse material fica disponível de forma digital para que os representantes consultem dados durante um atendimento ou, ainda, para que os próprios clientes avaliem as ofertas da empresa antes de uma visita.

Em alguns casos, o e-commerce B2B pode viabilizar a compra direta para o usuário. Nesse caso, não é necessário a presença de um representante para realizar o pedido. O processo é automatizado e integrado ao sistema de vendas da empresa.

A ferramenta ainda facilita o trabalho de vendedores e representantes, permitindo que eles realizem atividades como orçamento, propostas de negócio, consulta de comissões e análise de indicadores de desempenho — como percentual atingido da meta. A gestão da equipe também é facilitada com esse sistema.

Assim, o e-commerce B2B aumenta o alcance do negócio, melhora o atendimento oferecido, facilita o trabalho dos representantes e de seus consumidores. Como resultado, é percebido ganho em vendas, lucratividade e satisfação interna e externa.

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2. Business to Consumer (B2C)

O e-commerce B2C é destinado a empresas que comercializam produtos e serviços para consumidores finais, ou seja, pessoas físicas. Assim como o item anterior, ele consiste num e-catálogo de produtos e serviços, com imagens, vídeos e descrições para os usuários.

A ferramenta normalmente permite a criação de um cadastro para o cliente, personalizando sua experiência de compra. Aqui ele pode consultar informações de produtos ou histórico de compras, salvar itens preferidos e finalizar seus pedidos quando achar mais conveniente.

Os e-commerces mais completos oferecem soluções avançadas de gestão, que permitem não apenas a criação de um canal de vendas, mas um ambiente para controlar o marketing de relacionamento com consumidores e executar estratégias de negócio — como campanhas de fidelização e queima de estoque.

Além das lojas virtuais de varejo, o e-commerce B2C pode ser usado para a distribuição de cupons para os consumidores. Essas plataformas não comercializam ofertas, elas fazem sua distribuição e permitem que seus usuários tenham acesso a uma lista completa de oportunidades para gastar menos em suas compras.

3. Consumer to Consumer (C2C)

Outro formato de vendas na internet é direcionado às trocas entre consumidores. Esse canal é destinado para pequenos representantes ou produtores artesanais, que comercializam de forma informal ou em quantidades menores.

Um e-commerce C2C, ou marketplace, permite que pessoas físicas façam a exposição e venda de produtos e serviços, recebem feedbacks e controlem indicadores de suas operações — número de vendas, histórico de transações.

Ela funciona como um intermediador entre as partes, recebendo o valor pago pelo cliente e fazendo seu repasse ao vendedor. Assim, a plataforma aumenta a segurança da operação e facilita o processo de troca entre os usuários.

Normalmente, um percentual ou taxa fixa é cobrado pela plataforma sobre as operações realizadas, assim, os consumidores usam o ambiente de forma gratuita e os vendedores pagam quando completam uma venda. Em outros casos, o e-commerce é totalmente gratuito.

Alguns exemplos de marketplaces conhecidos no Brasil são Mercado Livre e Elo7. Ambos permitem que seus usuários criem cadastros, façam listas de produtos e realizem compras de forma simples e prática.

4. Consumer to Business (C2B)

Alguns consumidores comercializam produtos e serviços para empresas — como fotógrafos, músicos e freelancers —, criando a modalidade C2B. Existem canais para que essas trocas aconteçam, nos quais os profissionais divulgam seu trabalho para que as organizações entrem em contato.

Essas plataformas aumentam a visibilidade dos profissionais, bem como facilitam o processo de busca e contratação para as organizações. Nelas, é possível avaliar o trabalho oferecido, tirar dúvidas, consultar feedbacks e avaliações, bem como, solicitar diferentes propostas.

Alguns e-commerces também lidam como intermediadores do pagamento, recebendo da empresa e repassando para o profissional. Assim como no item anterior, elas costumam cobrar um percentual da venda, taxa fixa para o serviço, ou então, planos de assinatura mensal para seus usuários.

Um exemplo desse modelo de negócio são os sites que comercializam produções livres de royaltes — como imagens, fotos e outros elementos de design. Nele, os autores publicam seu conteúdo e organizações podem realizar sua compra de forma direta, sem ter que fazer contato com o vendedor.

5. Business to Administration (B2A)

Menos conhecido no mercado brasileiro, o B2A consiste na venda de produtos e serviços feita por empresas para a administração pública, ou seja, para os órgãos do governo. A contratação é feita por meio de editais e licitações publicados em plataformas oficiais, que devem ser usadas pelas organizações interessadas para submeter suas propostas.

Para participar é importante conhecer as regras e condições impostas no edital. Cada um dos órgãos do governo apresenta sua própria ferramenta online, que deve ser estudada pelas empresas para que elas consigam se cadastrar e oferecer seus serviços e produtos de forma eficiente.

Embora trabalhoso e muitas vezes burocrático, a utilização desse tipo de e-commerce é interessante para conquistar grandes projetos, que tendem a durar por longos períodos e representar melhores receitas. Além de oferecer oportunidade de crescimento e experiência aos profissionais e empresas envolvidos.

Vale ressaltar que projetos de licitação para o Governo acontecem em todos segmentos do mercado, não apenas na construção civil. Assim, empresas de software, marketing e publicidade, demais tipos de produtos e serviços, entre outros modelos de negócio também podem aproveitar o modelo B2A.

6. Citizen to Government (C2G)

Outro item entre os tipos de e-commerce para conhecer é o C2G, que se refere ao ambiente digital criado para a troca de informações entre cidadãos e determinada administração pública. Normalmente, essa plataforma digital coleta dicas, reclamações e permitem que pessoas físicas façam sugestões para problemas do governo.

Algumas administrações usam o C2A para compreender os interesses da população e direcionar melhor as suas práticas, buscando um governo mais eficiente. Essa relação não envolve uma troca financeira direta, apenas a participação dos cidadãos em questões públicas.

O modelo pode ser usado em diferentes áreas da administração — como impostos, saúde, segurança, assistência social, projetos de melhoria e educação. Entretanto, para que a participação do cidadão aconteça, é preciso que o Governo invista na criação do e-commerce e ofereça essa possibilidade.

Por ser algo novo, é importante que governos que usam o C2A façam a divulgação da plataforma, educando a população sobre a possibilidade de contribuir com as decisões de sua administração.

7. M-commerce

Considerada a modalidade de venda que mais cresce na internet — com 41% entre 2017 e 2018 —, as transações realizadas por meio de dispositivos móveis representam um canal importante para as empresas do mercado. Esses ambientes funcionam como os modelos B2C e B2B, porém, no formato móvel.

Seu uso pode ser feito pelo oferecimento de um aplicativo próprio ou pela personalização do seu e-commerce, realizando sua adaptação para garantir responsividade do conteúdo e funcionalidades — como botões e apresentação de imagens.

Assim como os e-commerce B2C e B2B, os aplicativos podem ser usados para oferecer um catálogo de produtos e serviços com imagens, vídeos e informações detalhes, criar o cadastro dos usuários, salvar lista de desejos, carrinho de compra e realizar os pedidos — tudo na mão do consumidor.

Um de seus principais benefícios é a possibilidade de enviar notificações para os usuários, incentivando a interação com a marca. Elas podem conter promoções, lembretes do carrinho de compras e lançamentos. Essa prática provoca um aumento nas vendas e a recorrência de transações.

Os aplicativos móveis também oferecem ambientes para criação de um programa de fidelidade integrado ao e-commerce. Assim, são criadas estratégias que incentivam a recompra e a frequência de visitas dos usuários — entre elas, o envio de notificações.

8. Peer to Peer (P2P)

O P2P é um tipo de e-commerce muito usado, porém, pouco notado. Ele consiste na criação de um ambiente focado no compartilhamento de itens, como documentos e imagens. Sua monetização normalmente é feita por mensalidade.

Muitas empresas usam o e-commerce P2P para enviar arquivos para clientes e parceiros de forma segura e rápida. Assim, esse serviço pode ser considerado como parte da operação e seu custo repassado dentro das propostas de vendas.

Algumas plataformas oferecem planos exclusivos para outros negócios que precisam do serviço de forma contínua e transmitem alto número de dados. Essas opções garantem ainda mais privacidade e segurança para as operações realizadas.

9. S-commerce

Outro canal de destaque no mercado é o social commerce outro tipos de e-commerce, que consiste no uso de redes sociais para vender produtos e serviços. Muitas empresas usam essa plataforma com o suporte de promotores, aumentando o alcance das campanhas, sem ter um custo elevado.

Cada rede social apresenta um ambiente diferente para o comércio. O Facebook, por exemplo, permite que seus usuários criem anúncios que são apresentados no feed da plataforma para os usuários. Os itens podem ser listados com imagens, preços, descrição, links para compra e um botão “Compre Agora” que pode ser configurado na página inicial do perfil das empresas.

Outras plataformas apresentam funcionalidades semelhantes, entretanto, com variações na precificação, formatos e condições de uso. O Instagram, por exemplo, permite a inclusão do botão “Compre Agora” apenas em anúncios, sem a possibilidade desse link ser feito no perfil da marca.

10. T-commerce

Por fim, o uso de Smart TV como canal de venda é chamado de T-commerce um tipos de e-commerce. Essa prática ainda é novidade no Brasil e consiste na possibilidade do cliente fazer uma compra pelo seu aparelho, durante um comercial.

As principais limitações no país se referem ao baixo acesso à Smart Tvs e internet de alta qualidade. Entretanto, com a crescente popularização do serviço de conexões e redução do preço dos aparelhos, a novidade logo se tornará uma tendência.

O serviço beneficia as emissoras, que podem usar o e-commerce como uma nova fonte de receitas, as empresas, que adquirem um novo canal de vendas, e os usuários, que ganham mais facilidade e praticidade para realizar compras.

Esses são os principais canais de venda na internet. Para ter sucesso nesse meio, é importante saber escolher entre eles, ter um fornecedor de qualidade e criar estratégias personalizadas para os seus consumidores, garantindo que o seu negócio não será perdido entre os demais.

Uma dica é buscar por tipos de e-commerce que oferecem soluções completas de gestão, com funcionalidades voltadas para o processo de compra e experiência do usuário, bem como, para a administração de funções e análise de resultados feitas pela equipe.

Boas plataformas também devem permitir a integração com os demais sistemas utilizados pela empresa. Assim, é possível automatizar processos e garantir segurança para os dados coletados e usados em análises complexas, que envolvem informações de diferentes setores do negócio — como vendas, estoque e marketing.

Vale ressaltar que as empresas podem usar um conjunto de diferentes tipos de e-commerce para as estratégias do negócio, como uma plataforma B2B com m-commerce e s-commerce.

Por fim, lembre-se que o uso dessa ferramenta deve ser vista como um investimento para o negócio, uma vez que ela representa o acompanhamento de uma das principais tendências do mercado e garante diversos benefícios para a empresa. Assim, é importante escolher por custo-benefício e não a solução mais barata encontrada.

Agora que você conhece os tipos de e-commerce, confira 4 produtos mais rentáveis para representação comercial no mercado B2B e otimize seus resultados!

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